O destino quis que a gente se achasse, na mesma estrofe e na mesma classe, no mesmo verso e na mesma frase.

Olho o céu como um lençol aberto sobre nós
A lua é o farol que nos guia nessa imensidão
Sem começo nem fim, apenas uma sensação
De que o universo inteiro é capaz de ouvir nossa voz

Dançamos como estrelas bailarinas
Brilhamos unidos entre o laço de nossa constelação
Símbolo cósmico de nossa união
Espetáculo que nossa vida celeste patrocina

Somos amantes recíprocos das estrelas
Que com seu brilho voluptuoso nos seduziu
Desencadeando uma orgia diante as galáxias

Os pulsares estrelares são nosso gemidos
Que no infinito cenário são ouvidos
Revelando a grandeza de nossa jornada.

- Sirius nos uniu em um “Soneto estrelar” 

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